domingo, 13 de outubro de 2013

PASSEIO ECO TURISMO EM CSA DE PEDRA

Piracicaba, 13 de outubro de 2013



Hoje fomos fazer uma aventura diferente, fomos visitar uma fazenda de eco turismo.
Fomos para a fazenda Casa de Pedra, situada na estrada Hermínio Petrin no quilometro 194. Queríamos conhecer o restaurante de lá e seus atrativos. O lugar é muito gostoso, com lindos jardins e pássaros que estão em extinção como a Arara Azul e papagaio.




Como Guia de Turismo tenho a responsabilidade de  conhecer atrativos e suas pecualidades. 



Lá tem a historia do café, pinga do Pau Torto e muitas outras coisas

 


O almoço deixou um pouco a desejar. Por ser uma
fazenda, poderia ter  uma variedade maior        de
comida.  A sobremesa com pouca variedade, sen
do que poderia ter compotas e doces caseiros.


Tinha um grupo da terceira idade de Indaiatuba, aproveitei passar a eles sobre a minha cidade Piracicaba, os pontos turísticos e seus atrativos. No final teve um bailinho que aproveitei arrastar os pés.








terça-feira, 3 de setembro de 2013

LARGO SÃO BENTO






No Largo de São Bento estava instalada a taba do cacique Tibiriçá, sogro de João Ramalho, e demarcava o limite do povoado que começava a se formar. A taba deu lugar a um largo, onde em 1598 foi construída uma capela em homenagem a Nossa Senhora de Montserrat, mas já em 1660 começava a instalação do Mosteiro de São Bento, numa área pertencente aos beneditinos.

A igreja ganhou o nome de Nossa Senhora da Assunção e este é o seu nome até hoje, embora seja mais conhecida como a Igreja de São Bento. Em 1650 o bandeirante Fernão Dias doou grande soma para reforma e ampliação do mosteiro e seus restos mortais foram depositados ali. Em 1864, o largo foi reurbanizado e seu movimento era intenso, causado principalmente pela localização dos dois maiores hotéis da cidade.

O velho mosteiro e a igreja desapareceram em 1910, dando lugar a uma construção maior que foi iniciada em 1911 e concluída em 1922. A última transformação veio com o metrô, durante a década de 1970, quando o largo ganhou um calçadão, bancos e jardins, e, no seu subsolo, a Estação São Bento. Todos os domingos, às 10 horas, acontece no mosteiro uma missa acompanhada por um coral que entoa belos cantos gregorianos.


 In Largo São Bento was installed taba Tibiriçá chief, father of John Ramalho, and demarcated the boundary of the town that was beginning to form. The tobacco gave way to a wide, where in 1598 a chapel was built in honor of Our Lady of Montserrat, but already in 1660 began the installation of the Monastery of St. Benedict, in an area belonging to the Benedictines.

The church was named Our Lady of the Assumption and this is his name even today, although it is better known as the Church of St. Benedict. In 1650 the pioneer Fernão Dias donated large sum for renovation and expansion of the monastery, and his remains were deposited there. In 1864, the square was urbanized and his movement was intense, caused mainly by the location of the two largest hotels in the city.
The old monastery and the church disappeared in 1910, giving rise to a larger building which was begun in 1911 and completed in 1922. The last transformation came with the subway, during the 1970s, when the wide won a boardwalk, benches and gardens, and in the subsoil, the Sao Bento Station. Every Sunday at 10 am, a Mass in the monastery happens accompanied by a choir that sings beautiful Gregorian chants.







Em 2006, o mosteiro passou por um intenso processo de restauração e melhorias para receber e hospedar o papa Bento XVI, em sua visita ao Brasil em maio de 2007. Com a cobertura internacional gerada pelo interesse que a visita despertou, o Mosteiro ganha projeção, o que pode desenvolver o turismo religioso e cultural na cidade.

 In 2006, the monastery went through an intense process of restoration and improvements to receive and host Pope Benedict XVI, during his visit to Brazil in May 2007. With international coverage generated by the interest aroused visit the Monastery gains projection, which can develop religious tourism and cultural city.




A Faculdade de São Bento foi a primeira faculdade de Filosofia do Brasil. Localiza-se no Largo de São Bento, centro de São Paulo, junto ao Mosteiro de São Bento, que data de 1598.
Foi fundada em 1908 e, após um período em que foi incorporada pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), isso em 1946, volta as suas atividades em 2002, com um novo curso de Licenciatura em Filosofia . Em 2008 a Faculdade de São Bento completou 100 anos. Neste mesmo ano iniciou o seu curso de Mestrado em Filosofia .
No ano de 2009 foi criada a Faculdade de Teologia da Faculdade de São Bento . O curso além de possibilitar a formação dos monges e candidatos ao sacerdócio, tem o caráter livre aos leigos.
A Faculdade conta também com cursos de pós-graduação em Direito (Direito Empresarial e Direito e Gestão Tributária) e um MBA Executivo .
Destaca-se na instituição o importante acervo da biblioteca do mosteiro de São Bento, seu projeto pedagógico e o foco na pesquisa acadêmica.

 The College of St. Benedict was the first faculty of Philosophy of Brazil. Located in Largo de São Bento, São Paulo downtown, near the Monastery of São Bento, which dates from 1598.

It was founded in 1908 and, after a period in which it was incorporated PUC-SP (Pontificia Universidad Católica de São Paulo), that in 1946, about their activities in 2002, with a new Degree in Filosofia1. In 2008 the College of St. Benedict completed 100 years. In the same year he began his Masters course Filosofia2.

In 2009 was created the Faculty of Theology at the College of St. Bento3. The course and enable the training of monks and candidates for the priesthood have free character laity.

The College also has graduate courses in Law (Business Law and Tax Law and Management) and MBA Executivo4.

We highlight the important institution in the library collection of the monastery of St. Benedict, his pedagogical project and focus on academic research.

domingo, 1 de setembro de 2013

O PRIMEIRO ARRANHA CÉU DA CIDADE DE SÃO PAULO
EDIFÍCIO MARTINELLI

FIRST SKYSCRAPER CITY SKY SÃO PAULO

BUILDING MARTINELLI



Em 1889 um imigrante Italiano desembarcava no Porto do Rio de Janeiro - seu objetivo era o mesmo de tantos outros que chegavam a América: Prosperar!
Esse imigrante, chamado Giuseppe Martinelli, foi excepcionalmente bem sucedido e em pouco mais de duas décadas havia construído um respeitável patrimônio.
Desejoso por deixar um legado mais permanente de seu trabalho, além de sua importante empresa de navegação em Santos, o Comendador Martinelli decide erguer na cidade São Paulo o mais alto arranha-céu da América do Sul, o Edifício Martinelli.





 In 1889 an immigrant Italian landed at the Port of Rio de Janeiro - their goal was the same as many others who came to America: Thrive!

This immigrant named Giuseppe Martinelli, was exceptionally successful and in just over two decades had built a respectable heritage.
Eager to leave a more permanent legacy of his work, in addition to its important shipping company in Santos, Commander Martinelli decides to raise the city São Paulo the tallest skyscraper in South America, the Martinelli Building.

  

 
 A obra prometia uma enorme polêmica, pois a São Paulo de então não possuía nenhum edifício de grande estatura, sendo raros os prédios com mais de 5 andares. Planejado para alcançar a barreira dos 100 metros de altura, em uma estrutura não apenas alta como significativamente larga, o Edifício Martinelli marcaria uma transição para a era dos arranha-céus. Passou por momentos difíceis - inclusive, chegou-se a cogitar a sua demolição. Mas o prédio foi recuperado e voltou a ser um orgulho para a cidade..


 The work promised a huge controversy, because St. Paul then had no building of great stature are rare buildings over 5 floors. Planned to reach the barrier of 100 meters, in a structure not only significantly high as wide, the Martinelli Building mark a transition to the era of skyscrapers. Had a difficult time - even got to contemplate its demolition. But the building was recovered and returned to be a pride for the city ..



Em 1924 deu início à construção do prédio projetado para ter 12 andares, num grande terreno na então área mais nobre da capital, entre as ruas São Bento, Líbero Badaró e avenida São João. O autor do projeto era o arquiteto húngaro William Fillinger, da Academia de Belas Artes de Viena.

Todo o cimento da construção era importado da Suécia e da Noruega, pela própria casa importadora de Martinelli. Nas obras trabalhavam mais de 600 operários. 90 artesãos, italianos e espanhóis, cuidavam do esmerado acabamento. Os detalhes da rica fachada foram desenhados pelos irmãos Lacombe, que mais tarde projetariam a entrada do túnel da av. 9 de Julho. Diversos imprevistos prolongaram as obras: as fundações abalaram um prédio vizinho – problema resolvido com a compra do prédio por Martinelli; os cálculos estruturais complexos levaram à importação de uma máquina de calcular Mercedes da Alemanha.


Todo o cimento da construção era importado da Suécia e da Noruega, pela própria casa importadora de Martinelli. Nas obras trabalhavam mais de 600 operários. 90 artesãos, italianos e espanhóis, cuidavam do esmerado acabamento. Os detalhes da rica fachada foram desenhados pelos irmãos Lacombe, que mais tarde projetariam a entrada do túnel da av. 9 de Julho. Diversos imprevistos prolongaram as obras: as fundações abalaram um prédio vizinho – problema resolvido com a compra do prédio por Martinelli; os cálculos estruturais complexos levaram à importação de uma máquina de calcular Mercedes da Alemanha.


In 1924 began the construction of the building designed to have 12 floors, on a large plot in the then capital of the most noble, the streets between St. Benedict, Libero Badaró Avenue and St. John The author of the project was the Hungarian architect William Fillinger, the Academy of Fine Arts in Vienna.
All concrete construction was imported from Sweden and Norway, the house itself importing Martinelli. In the works employed over 600 workers. 90 artisans, Italian and Spanish, took care of the neat finish. The details of the rich facade were designed by brothers Lacombe, who later would design the tunnel entrance of av. 9 July. Several unforeseen extended works: foundations rocked a neighboring building - problem solved with the purchase of the building by Martinelli; structural calculations complex led to the import of a calculating machine Mercedes of Germany.



Enquanto isso, Martinelli não parava de acrescentar andares ao edifício, estimulado pela própria população que lhe pedia uma altura cada vez maior – de 12 passou para catorze, depois dezoito e em 1928 chegou a vinte. Nessa época o próprio Martinelli já havia assumido o projeto arquitetônico, e, não se satisfazendo em fiscalizar diariamente as obras, também trabalhava como pedreiro – retomando assim a profisssão que exercera na juventude na Itália – e demonstrava enorme prazer em ensinar aos operários mais jovens os macetes da profissão.
 
 
 Meanwhile, Martinelli kept adding floors to the building, stimulated by the very people who asked for a height increasing - 12 went to fourteen, eighteen, and then in 1928 came to twenty. At that time Martinelli himself had assumed the architectural design, and not meeting daily to oversee the works, also worked as a bricklayer - thus resuming the profisssão which he held in his youth in Italy - and showed great pleasure to teach younger workers the tricks of the trade.
 
 


 Quando o prédio atingiu vinte e quatro andares, foi embargado, por não ter licença e desrespeitar as leis municipais – havia um grande debate na época sobre a conveniência ou não de se construir prédios altos na cidade. A questão foi parar nos tribunais e assumiu contornos políticos, sendo aproveitada pela oposição para fustigar Martinelli e a prefeitura municipal. A questão foi resolvida por uma comissão técnica que garantiu que o prédio era seguro e limitando a altura do prédio a 25 andares. O objetivo de Martinelli, contudo, era chegar aos 30 andares, e o fez construindo sua nova residência com cinco andares no topo do prédio – tal como Gustave Eiffel fizera no topo de sua torre. 



  When the building reached twenty-four story was embargoed for not having license and disregarding local laws - there was a big debate at the time about the merits or otherwise of building tall buildings in the city. The issue ended up in court and assumed political overtones, being exploited by the opposition to harass Martinelli and municipal authorities. The issue was resolved by a technical committee that ensured that the building was safe and limiting building height to 25 floors. Martinelli's goal, however, was to reach 30 floors, and made ​​his new residence building with five floors at the top of the building - such as Gustave Eiffel made ​​the top of its tower.




O Martinelli impressionava não só pelas dimensões como pela rica ornamentação e luxuoso acabamento: portas de pinho de Riga, escadas de mármore de Carrara, vidros, espelhos e papéis de parede belgas, louça sanitária inglesa, elevadores suíços – tudo o que havia de melhor na época; paredes das escadas revestidas de marmorite, pintura a óleo nas salas a partir do 20º andar, 40 quilômetros de molduras de gesso em arabescos.
 


The Martinelli impressed not only by the dimensions and the rich ornamentation and luxurious finish: Riga pine doors, stairs Carrara marble, glass, mirrors and wallpapers Belgian, English sanitary ware, elevators Swiss - all that was best in season; walls of the stairs lined marmorite, oil painting in the rooms from the 20th floor, 40 km of plaster moldings in arabesques.


O prédio possui reentrâncias, comuns nos hotéis norte-americanos da época, para ventilação e iluminação, e apresenta as três divisões básicas da arquitetura clássica: embasamento, corpo e coroamento. O embasamento é revestido de granito vermelho; no coroamento, falsa mansarda de ardósia. O corpo é pintado em três tons de rosa e recoberto de massa cor-de-rosa, uma mistura de vidro moído, cristal de rocha, areias muito puras e pó-de-mica, que fazia a fachada cintilar à noite. O revestimento tem três tons de rosa. O Martinelli inspirou Oswald de Andrade a chamar pejorativamente São Paulo de “cidade bolo de noiva”.

 The building has recesses, common in American hotels of the season, ventilation and lighting, and presents the three basic divisions of classical architecture: basis, body and crown. The basement is covered with red granite, the crowning, false mansard slate. The body is painted in three shades of pink and covered mass color pink, a mixture of ground glass, rock crystal, very pure sand and powder-mica, which made the front flashing at night. The jacket has three shades of pink. The Martinelli inspired Oswald de Andrade to call disparagingly of São Paulo "city wedding cake."


 
 Entre os inquilinos do prédio, partidos políticos como o PRP, jornais, clubes (ente eles o Palmeiras e a Portuguesa), sindicatos, restaurantes, confeitarias, boates, um hotel (São Bento), o cine Rosário, a escola de dança do professor Patrizi. O tino comercial do Comendador Martinelli se revelava até nas empenas cegas do prédio, que serviam de outdoor gigante para uma série de produtos, entre eles a “pasta dental Elba”, o “café Bhering” e a aguardente Fernet Branca – importada pelo próprio Martinelli.



Among the tenants of the building, political parties such as PRP, newspapers, clubs (they loved and Palmeiras Portuguesa), unions, restaurants, pastry shops, nightclubs, a hotel (St. Benedict), the cine Rosary school dance teacher Patrizi . The business acumen of the Commander Martinelli was revealed to the blind gables of the building, which served as a giant billboard for a range of products, including the "toothpaste Elba", "coffee Bhering" brandy and Fernet Branca - imported by the Martinelli.



 Mesmo antes de sua conclusão o prédio já havia se tornado um símbolo e ícone de São Paulo – em 1931 o inventor do rádio, Guglielmo Marconi, visitou a cidade e foi levado até o topo do edifício. Quando o Zeppelin sobrevoou a cidade em 1933, deu uma volta em torno do Martinelli.



Even before its completion the building had become a symbol and icon of St. Paul - in 1931 the inventor of radio, Guglielmo Marconi, visited the city and was taken to the top of the building. When the Zeppelin flew over the city in 1933 took a turn around the Martinelli.



 Contudo, para o Comendador a construção do prédio acarretou sérios problemas financeiros, e em 1934 foi forçado a vender o edifício para o governo da Itália. Em 1943, com a declaração de guerra do Brasil ao eixo, todos os bens italianos foram confiscados e o Martinelli passou a ser propriedade da União, tendo inclusive sido rebatizado com o nome de Edifício América.


 However, for the Commander the construction of the building caused serious financial problems, and in 1934 was forced to sell the building to the government of Italy. In 1943, with the declaration of war to the axis of Brazil, all Italian goods were confiscated and Martinelli became the property of the Union, including having been renamed the Building America.









     
SÃO PAULO E SEUS ENCANTOS


Há quantos anos vou para São Paulo e nunca tive a oportunidade de fazer um passeio pelos pontos turísticos  da cidade.
Ontem juntamente com meu professor do curso José Gotardo  e um guia regional, fizemos nosso primeiro passeio técnico.
Fomos primeiramente a catedral da Sé.





A história da catedral de São Paulo começa em 1589, quando se decidiu que uma igreja principal (Matriz) seria construída na pequena vila de São Paulo de Piratininga. Esta igreja, situada no local da catedral atual, foi terminada em torno de 1616.
São Paulo transformou-se em sede de diocese em 1745, e a partir dessa data, a antiga igreja foi demolida e substituída por uma nova, construída em estilo barroco, terminada em torno de 1764. Esta modesta igreja seria a catedral de São Paulo até 1911, quando foi demolida.
A catedral atual foi construída por iniciativa de Dom Duarte Leopoldo e Silva, primeiro arcebispo de São Paulo. Os trabalhos começaram em 1913 no local da catedral colonial demolida. O arquiteto responsável foi o alemão Maximilian Emil Hehl, que projetou uma enorme igreja em estilo eclético, por possuir vários elementos de estilos distintos, como a cúpula e o arco ogival, mas que predomina claramente o neogótico, inspirada nas grandes catedrais medievais europeias.
Fachada da catedral.
Todos os mosaicos, esculturas e mobiliário que compõem a igreja foram trazidos por navio da Itália. Entretanto, devido às guerras mundiais, houve grande dificuldade para se concluir a obra.
Assim, a inauguração da nova catedral ocorreu somente em 1954, com as torres ainda inacabadas, mas a tempo para a celebração do quarto centenário de São Paulo, no dia 25 de janeiro. As torres foram terminadas somente em 1967. As obras foram tocadas inicialmente por Alexandre Albuquerque, e, a partir de 1940, por Luís Inácio de Anhaia Melo




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No início do século XX não havia um meio de demarcar o início da numeração das vias públicas paulistanas e o monumento foi uma das muitas tentativas de fixar uma centralidade material na cidade.
No ano de 1921 o jornalista Américo R. Netto, um dos membros da Associação Paulista de Boas Estradas, propôs a demarcação de um marco zero para São Paulo. O mesmo recorreu ao escultor francês Jean Gabriel Villin para a execução do projeto. Contudo, somente em 1932 a idéia foi aprovada pelo então prefeito da cidade, Antonio Carlos Assumpção. Dois anos mais tarde o marco foi instalado, tornando-se o primeiro do gênero na América do Sul.
A estrutura foi tombada em 2007 pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo, vulgo CONPRESP.




Cada face vertical do miniobelisco, em concreto recoberto de mármore, representa seis importantes lugares, são eles: Paraná, Santos, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás, cada um destes é simbolizado com uma gravura.
Em sua parte superior há uma placa de bronze que representa os principais pontos da cidade na época, como os rios Tietê e Pinheiros, a estação da Luz, a Faculdade de Medicina da USP, o Museu do Ypiranga (como era escrito na época) e as vias da urbe, por exemplo: a Rua Voluntários da Pátria na zona norte, a Rua da Consolação e a Avenida Paulista






 O Pátio do Colégio1 é um sítio arqueológico, onde foi levantada a primeira construção da atual cidade de São Paulo, quando o padre Manuel da Nóbrega e o então noviço José de Anchieta, e outros padres jesuítas a pedido de Portugal e da Companhia de Jesus, estabeleceram um núcleo para fins de catequização de indígenas no Planalto.



 Em 25 de janeiro de 1554, foi realizada, diante da cabana coberta de folhas de palmeira de cerca de noventa metros quadrados - ou, como descrita por Anchieta, de dez por catorze passos craveiros (passo craveiro era uma medida linear portuguesa) - a missa que oficializou o nascimento do colégio jesuíta. Em 1556, o padre Afonso Brás, precursor da arquitetura brasileira, foi o responsável pela construção em taipa de pilão de um colégio e igreja anexa. Brigas entre os colonos e os religiosos que defendiam os indígenas, culminaram na expulsão dos jesuítas do local em 1640, para onde só retornariam treze anos mais tarde. Na segunda metade do século XVII, foi erigida a terceira edificação, de taipa de pilão e pedra

 
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 Parede de Taipa

Solar da Marquesa de Santos

 

 

Partindo do Páteo do Colégio, os primeiros povoadores passaram a ocupar os terrenos vizinhos, construindo suas moradias e formando as primeiras ruas da cidade. Na Rua do Carmo, hoje Roberto Simonsen no 136-A (antigo nº 3), localiza-se o Solar da Marquesa de Santos, raro exemplar de residência urbana do século XVIII.
Não há dados precisos sobre a data de construção desse imóvel. Em 1802, foi dado como pagamento de dívidas ao Brigadeiro José Joaquim Pinto de Morais Leme, primeiro proprietário documentalmente comprovado. Contudo, documentos do século XVIII indicam a existência de quatro casas na Rua do Carmo entre 1739 e 1754. A junção de duas dessas casas de taipa de pilão teria originado o Solar, conforme registros fotográficos do século XIX, além de prospecções arqueológicas e análises arquitetônicas realizadas pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH).
A Marquesa de Santos, Domitila de Castro Canto e Melo, foi a proprietária entre 1834 e 1867, adquirindo o imóvel da herdeira do Brigadeiro Leme. A partir de então, tornaram-se famosas as festas ali realizadas, e o imóvel passou a ser conhecido como Palacete do Carmo, uma das residências mais aristocráticas de São Paulo. Com sua morte, a propriedade da casa passou para seu filho, o Comendador Felício Pinto de Mendonça e Castro.No ano de 1880, é colocada em hasta pública e arrematada pela Mitra Diocesana, que aí instalou o Palácio Episcopal, introduzindo modificações no local, como a construção de uma capela e de uma cripta sob o altar-mor. É desse momento, provavelmente, a inclusão de características neoclássicas em sua fachada principal.
Em 1909, o imóvel foi adquirido pela The São Paulo Gaz Company, que nele instalou o seu escritório. Para adaptar-se ao novo uso, a casa passou por diversas modificações e ampliações: foram demolidas paredes de taipa de pilão e janelas e portas, transformadas em vitrines. Para melhorar a iluminação e a ventilação, foi aberto um pátio na lateral direita do lote, alterando o desenho do telhado.Na década de 1930 foram construídos anexos à edificação original, aumentando sua área útil e alterando por completo a fachada posterior do imóvel.Em 1967, a Companhia Paulista de Gás (sucessora da The São Paulo Gaz Company) foi desapropriada e todos os seus imóveis passaram à Prefeitura. Em 1975, já incorporado ao patrimônio municipal, o Solar foi sede da Secretaria Municipal de Cultura e alguns de seus departamentos, como o DPH, criado nesse ano.
Os diferentes usos e adaptações sucessivas levaram à descaracterização do imóvel, exigindo sua recuperação, que teve início em 1991. As pesquisas, que embasaram o projeto e as obras de restauração, revelaram não ser possível reconstituir qualquer estágio de construção dentre os vários pelos quais passou o Solar. Deste modo, o restauro realizado, conforme normas internacionais para intervenções em bens histórico-arquitetônicos, procurou preservar e destacar elementos de suas várias etapas construtivas: a conservação dos amplos ambientes do andar térreo, resultantes das diversas demolições, a preservação no pátio interno de vestígios remanescentes da calçada do século XVIII e a demolição de intervenções da década de 1960.
O pavimento superior conserva até hoje paredes de taipa de pilão e pau-a-pique do século XVIII e mantém as características ambientais das intervenções do século XIX, como forros apainelados, pinturas murais e artísticas e pisos assoalhados, entre outras. Trechos de diversas paredes foram deixados aparentes, com o intuito de informar sobre as antigas e as novas técnicas construtivas encontradas no Solar, como a taipa de pilão, o pau-a-pique, a taipa francesa e a alvenaria de tijolos. Quanto ao tratamento dado à fachada, optou-se por conservar sua feição neoclássica, já incorporada à paisagem do centro.
O Solar da Marquesa de Santos, abriga atividades museológicas e a sede do Museu da Cidade de São Paulo.


BECO DO PINTO



Localizado entre a Casa nº 1 e o Solar da Marquesa de Santos, o Beco do Pinto, antigo Beco do Colégio na época da São Paulo colonial, constitui um conjunto arquitetônico bastante significativo para a cidade. Antigamente o local era uma passagem que ligava a Rua do Carmo à várzea do Rio Tamanduateí.
Em 1821 o beco tornou-se passagem livre, pois cinco anos antes tinha sido interditado a mando do Brigadeiro José Joaquim Pinto de Morais Leme, proprietário do Solar da Marquesa na época, depois de desavenças com a vizinhança. Entretanto, em 1912 o mesmo espaço foi comprado pela Marquesa e reduzido a depósito de lixo, ficando fechado por vários anos.
Graças a um projeto de arqueologia realizada em 1980, foram encontrados no beco vestígios de calçadas do século XVIII, tijolos, fragmentos de louça, cerâmica, vidro, osso e grafite. Definitivamente reaberto em 1912, a antiga passagem foi restaurada e faz parte hoje do circuito cultural de São Paulo.







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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

ENGENHO CENTRAL

 

EM PLENA SEGUNDA-FEIRA RESOLVEMOS FAZER UM PASSEIO PELO ENGENHO CENTRAL DE PIRACICABA

UM DIA LINDO COM SOL CALOR DA PRIMAVERA

 

 O RIO NÃO ESTÁ TÃO FORMOSO DEVIDO A ESCASSES MAS LOGO, LOGO ESSA PAISAGEM IRÁ MUDAR. AS CHUVAS  CHEGARÃO E A FORMOSURA BROTARÁ NO SALTO  E VÉU DA NOIVA


 

 

 

 

 

NÃO SE ILUDAM ISSO, É  PASSAGEIRO LOGO TRANSBORDARÁ ABUNDÂNCIA DE ÁGUA

AGORA AS FLORES COMEÇAM A DAR SUA GRAÇA NOS DANDO O SINAL QUE A PRIMAVERA ESTÁ CHEGANDO COM SUA BELEZA E ENCANTO


 








 

 

 

O AMARELO DO SOL SE CONFUNDE COM DA PLANTA TRAZENDO UM COLORIDO A MAIS.



UMA ESCULTURA NATURAL ONDE A VIDA IMITA A ARTE


 

 

 

 

 

 

 

É UM CONTRASTE LINDO

 

 

 

 

ESCULPIDO PELA MÃO DIVINA

 

 

 

ONDE AS CRIANÇAS PODEM SE DIVERTIR

MEU FILHO VICENZO, ME PERGUNTOU DE QUEM ERA  O ENGENHO. DISSE A ELE QUE ERA DE TODOS NÓS, POIS HAVIA SIDO TUMBADO PELO PATRIMÔNIO HISTÓRICO MUNICIPAL. E MOSTRANDO A ELE DETALHES DA CONSTRUÇÃO, DISSE QUE QUANDO ELE FOR PAI E LEVAR SEUS FILHOS PARA PASSEAR, VAI PODER MOSTRAR DETALHES COMO FIZ COM ELE. HOJE TEM VIDRAÇAS QUEBRADAS, BARRACÕES SEM PORTA, MAS QUE ISSO VAI MUDAR TUDO VAI ESTAR LINDO MARAVILHOSO. A LEMBRANÇA DESSE PASSEIO IRÁ PREVALECER PARA TODA VIDA  E SUA GERAÇÃO POIS SEI QUE IRÁ ULTRAPASSAR OS TEMPOS.